WebRádio VidaOnline

domingo, 26 de outubro de 2014

É apenas uma eleição....


Tantas palavras duras de eleitores de PT e PSDB no Facebook... Calma galera, é só uma eleição, devíamos comemorar independente do resultado, pois se hoje o sistema permite que façamos uma escolha, ótimo. Mas uma coisa eu acredito, não devemos colocar o coração nessa escolha... é apenas um governo. O nosso Deus sim, ele é perfeito, nos deu a vitória em Cristo e garante a provisão a seu povo nessa vida peregrina, um cuidado que nunca falhará...
"Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.
E aos que predestinou, também chamou; aos que chamou, também justificou; aos que justificou, também glorificou.
Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?Aquele que não poupou a seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas?Quem fará alguma acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica.Quem os condenará? Foi Cristo Jesus que morreu; e mais, que ressuscitou e está à direita de Deus, e também intercede por nós.Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?Como está escrito: "Por amor de ti enfrentamos a morte todos os dias; somos considerados como ovelhas destinadas ao matadouro".
Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes,nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor." Romanos 8:28-39

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Congresso Jovem! Ministério JOSEC



Tema: Revolucionando o mundo por amor de Cristo.



"E disse-lhes Jesus: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Marcos 16-15"



Dias: 17, 18 e 19 de Outubro


  • Primeira Igreja Batista No Bairro Santa Clara- Rua Vinicios De Moraes, Nº53, Santa Clara, Nova Iguaçu- Rj

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

COMO SE LIBERTAR DO PECADO?

http://www.wilsonporte.org/site/como-se-libertar-do-pecado/

COMO SE LIBERTAR DO PECADO?


Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava.
Mc 1.35
Há muita gente que não aguenta mais viver com certos vícios e pecados. Maus hábitos que lhes perseguem há anos e dos quais desejam se livrar, mas não conseguem. Pessoas que já entregaram suas vidas a Cristo, mas, ainda assim, sofrem por não conseguirem se ver livres daquilo que as afasta de Deus e as coloca debaixo de um jugo.
Muitas destas pessoas já procuraram ajuda, já clamaram por socorro a pastores, conselheiros, amigos e terapeutas, mas continuam encontrando, semana após semana, as mesmas quedas nos mesmos pecados dos quais não veem a hora de estarem libertos.
De fato, não existe uma fórmula mágica para libertar pessoas da escravidão ao pecado. Somente Cristo nos liberta, mas, para isso, é necessário que ouçamos e vejamos certas coisas que ele disse e fez.
Em Mt 11.28 Jesus disse: Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. No entanto, para que consigamos nos achegar a Cristo e receber o alívio que só ele pode nos dar, é necessário que leiamos este outro texto (Mt 16.24): Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. 
Cristo não apenas nos convidou para que o sigamos e encontremos alívio de nossos vícios e pecados, mas nos orientou que, para segui-lo, seria necessário que nos negássemos. Negássemos tudo aquilo que poderia manter vivo o velho homem dentro de nós. Ainda que, para isso, tivéssemos que nos desfazer de certas coisas ou privilégios. Tudo o que nos fizesse reviver o tempo de escravidão ao pecado deveria ser tirado de nossas vidas. Tudo o que nos liga aos velhos ídolos do nosso coração deveria ser extirpado. Se não houver um corte radical, nunca nos veremos livres cabalmente.
E não é possível que esse corte seja feito sem que haja oração. Sem oração não há ruptura. Sem oração não é possível que morramos para este mundo e tudo aquilo que nos tenta. Se queremos fugir das tentações e das distrações do dia a dia, é necessário que leiamos com atenção a atitude de Jesus em Mc 1.35, texto registrado mais acima, abaixo do título.
Mesmo Cristo sendo Deus, reconhecia a necessidade (e prazer) do deserto. Aqui está o outro elemento importantíssimo para que você e eu encontremos finalmente libertação de nossos pecados. Não basta apenas ir à Cristo e entregar-se a ele, mas é necessário que você permaneça nele, constantemente, em oração. Para isso, você precisa do deserto.
Deserto aqui não diz respeito a um lugar quente, sem vida e distante, mas a um lugar onde você poderá ficar sozinho, a sós com Deus. O teu quarto, segundo Jesus, pode ser um lugar deserto, se nele você estiver sozinho (Mt 6.6). O cultivo da oração diária a sós com Deus é extremamente necessário se você deseja manter-se em pé diante das tentações do dia. Só Deus pode sustentar sua vida, seus pensamentos, seus olhos, suas palavras e suas motivações.
Não deixe de seguir o exemplo de Cristo em algum momento do dia procurando um lugar deserto para orar. E não deixe de ouvir as palavras de Cristo sobre o que você precisa deixar para poder segui-lo e encontrar alívio. Ele é fiel e verdadeiro. Sua palavra nunca falha. Ele é sempre o mesmo e está sempre no mesmo lugar, pronto a lhe perdoar e restaurar.
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Estrangeiros e Cidadãos



Estrangeiros e Cidadãos

No ensinamento de Jesus e seus apóstolos, expressões como peregrino, forasteiro e estrangeiro aparecem várias vezes. No estudo do emprego destas palavras, descobrimos alguns fatos importantes para direcionar a vida de qualquer um que procura agradar a Deus.
Estrangeiros em Relação a Deus e Seu Povo
Paulo (Saulo de Tarso) foi conhecido como o apóstolo dos gentios porque, mesmo sendo judeu, ele se dedicou principalmente à missão de levar o evangelho aos outros povos (a palavra “gentios” significa “nações” e normalmente se refere, na Bíblia, a todos que não eram judeus). Ele lhes ofereceu a boa notícia de que a salvação oferecida aos judeus ficou igualmente acessível às outras nações. Em Jesus Cristo, a situação destes povos mudou. Paulo comentou sobre o estado anterior deles: “Portanto, lembrai-vos de que, outrora, vós, gentios na carne, chamados incircuncisão por aqueles que se intitulam circuncisos, na carne, por mãos humanas, naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo” (Efésios 2:11-12). Por meio do sangue de Jesus derramado na cruz, estes mesmos gentios receberam a oportunidade de mudar a situação e deixar de ser estrangeiros. Depois de comentar sobre a redenção em Cristo, Paulo disse para as mesmas pessoas: “Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus”(Efésios 2:19). Em Cristo, os estrangeiros se tornam cidadãos!
Estrangeiros em Relação ao Mundo
Mesmo quando se trata de nações hoje, alguns países proíbem a dupla cidadania porque acreditam ser impossível a pessoa ser totalmente leal a dois governos. Quando se trata da monarquia absoluta do reino de Deus em contraste com este mundo e suas coisas, Jesus nega a possibilidade de dupla cidadania: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas” (Mateus 6:24).
Jesus mostrou esta diferença quando falou de pessoas que estão no mundo, mas não são do mundo. Falou sobre seus discípulos numa oração ao Pai: “Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou. Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou. Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo” (João 17:14-18).
Um destes discípulos, o apóstolo Pedro, reforçou o mesmo princípio quando falou da situação de todos os cristãos. Ele se referiu ao tempo nesta vida terrestre como o tempo da peregrinação (1 Pedro 1:17) e ensinou que estes “estrangeiros” não devem participar dos pecados carnais: “Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma, mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação” (1 Pedro 2:11-12). Neste caso, ele usa a palavra “gentios” para identificar aqueles que não pertencem ao povo de Deus, pessoas não convertidas.
Os seguidores de Jesus devem viver no mundo e ter contato com pessoas que não compartilham a mesma fé, mas sempre precisam lembrar que o tempo nesta vida é curto e que o destino eterno é celestial. Paulo escreveu: “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Filipenses 3:20).
Os cidadãos do reino de Cristo são residentes temporários deste mundo!
In: http://www.estudosdabiblia.net/jbd098.htm
–por Dennis Allan

terça-feira, 1 de abril de 2014

Amizades em Cristo ou por Cristo...




“Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos”. João 15.13

Penso que nos tempos atuais o conceito de amizade sofreu enorme distorção, vemos interesses e afinidades sociais à frente da amizadade desinteressada, como nos é ensinado na Palavra de Deus.
A palavra interesse embora possa soar com uma denotação negativa, algo muito duro, diz respeito aquilo que inicialmente motiva as pessoas estarem se unindo, quer dizer “entre esses”, ou seja, algo que existem entre pessoas que serão amigas, algo que vem na frente, que as ligam. Exemplo: mesmos gostos musicais, artísticos, esportes, hobbies, enfim similaridades. Até aí nenhuma novidade, nem pecado, pois não creio ser uma falta, você e eu buscarmos pessoas que temos afinidades para estar junto a nós.
O que me preocupa mesmo, é que quando se fala de amizade hoje em dia, nota-se que a maioria de pessoas tem dificuldade em criar amizades por falta de confiança. As pessoas estão totalmente envolvidas num sentimento de medo de se entregar a amizade, dando vista aos grandes números de pessoas interesseiras e falsas que se dão de amigos, enquanto tem algo para ganhar.
Uma boa noticia é que ainda existem amigos verdadeiros, e o motivo que os une vai alem de interesses seja de que natureza for. Então o que poderia motivar alguém de ter amizade sincera? Uma amizade que mesmo na tristeza não terá duvidas de ser amizade.
Esta motivação só poderia vir de alguém que realmente nos quer bem, não é? E a motivação que une as pessoas numa amizade verdadeira, é fazer parte do Reino de Deus. Quando se fala em amizade cristã tudo fica diferente. Quem tem Jesus no coração tem uns amigos totalmente diferentes e esta diferença não vem de nós e sim do amor de Deus que esta dentro de nós.
Amigo não é só aquele que te levanta mais sim aquele que não te deixa cair. Aprendemos numa das lições passadas que Deus nos criou seres sociais, devemos buscar os relacionamentos uns com outros assim como aprendemos na palavra de Deus em 
“E, tendo anunciado o evangelho naquela cidade e feito muitos discípulos, voltaram para Listra, e Icónio e Antioquia, confirmando os ânimos dos discípulos, exortando-os a permanecer na fé, pois que por muitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus.”Atos 14.21-22:
A nossa vida não será só um mar de rosas alem das felicidades teremos de enfrentar provações, tribulações e por isso e importante ter amigos para nos ajudar uns aos outros e lembrar sempre que nos somos a grande FAMILIA DE DEUS

“Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus...” Efésios 2.19

domingo, 16 de março de 2014

Qual a Importância de Arrepender-se dos Pecados? Com a Palavra Hernandes Dias Lopes

Qual a Importância de Arrepender-se dos Pecados? Com a Palavra Hernandes Dias Lopes

  
In:http://ump-da-quarta.blogspot.com.br/2014/01/qual-importancia-de-arrepender-se-dos.html

 O remorso produz morte, o arrependimento vida (2 Co 7.10). O arrependimento leva o homem a fugir não apenas das conseqüências do pecado, mas sobretudo fugir do pecado. O pecado é o pior de todos os males. Por isso, precisa ser evitado, repudiado e odiado com veemência. Todos os outros males são temporais e acabam-se com a morte. O pecado não termina com a morte, pois suas conseqüências terríveis vão ser sofridas por toda a eternidade. O pecado, portanto, atenta contra o nosso maior bem no tempo e na eternidade. O pecado é pior do que a pobreza, do que a doença e do que qualquer tragédia que possa nos advir. O pecado é pior do que a morte, porque todos esses males não podem nos afastar do amor de Deus, mas o pecado nos separa de Deus (Is 59.2). O pecado atrai a ira de Deus (Rm 1.18). No pecado não há bem algum. Por isso a Bíblia nos ordena a resistir o pecado até o sangue (Hb 12.4). É melhor morrer do que pecar. Jesus disse: “Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno. E, se a tua mão direita te faz tropeçar, corta-a e lança-a de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não vá todo o teu corpo para o inferno.” (Mt 5.29,30). Jesus sentencia ainda: “Qualquer que fizer tropeçar a um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse afogado na profundeza do mar” (Mt 18.6).

         É por isso que há um brado divino em toda a Bíblia ao pecador: “Arrependei-vos!” Os portais celestiais só se abrirão para os arrependidos.
LOPES, Hernandes Dias. O Deus Desconhecido. 7º Ed. São Paulo: Z3 Editora, 2013. Cáp. 7.



Lídia Santos

Motivados pela ALEGRIA

Motivados pela ALEGRIA

 
In:http://ump-da-quarta.blogspot.com.br/2014/01/motivados-pela-alegria.html
 
Obter a alegria não é fácil. Todos nós passamos por dificuldades, tristezas, perdas, e parece impossível obter uma felicidade genuína que seja maior que tudo isso. Da mesma forma, Jesus sofreu na terra para obter alegria. A Bíblia mostra que “Em troca da alegria que lhe estava proposta, [Jesus] suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra de Deus” (Hb 12.2)’. Foi necessário ele enfrentar o caminho do calvário para experimentar a alegria.

            Que alegria era essa que Jesus esperava receber, e que por conta dessa alegria suportou a cruz? A alegria de se reunir novamente com o Pai após a ressurreição; a alegria de vencer o pecado, a morte, o diabo, visto que “despojando os principados e potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz’’; a alegria de ser exaltado sobremaneira por Deus, tendo o nome acima de todo o nome; A alegria de obter novamente a glória divina, retornando à destra de Deus. Além disso, ele viu que ao ressurgir dos mortos, reuniria muitos seguidores, que o louvarão eternamente dizendo “Digno é o Cordeiro que foi morto, de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória e louvor’’. Enfim, como disse um teólogo dos nossos dias : A alegria foi o poder que motivou Jesus a levar a sua cruz.

            O mais incrível disso tudo é que Jesus não entrou na mais perfeita alegria e nos deixou na angústia. Ele, por outro lado, disse: “Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo’’ (Jo 15.11). Os que confiam em Jesus como Senhor e salvador de suas vidas regozijarão com a mesma alegria dele.

            Porém, o caminho para nós também não é fácil. A vida cristã exige entrada por uma porta estreita e um andar diário num caminho estreito. O caminho cristão não é um caminho intermediário entre dois extremos, e sim um caminho estreito entre dois precipícios. O próprio Jesus nos alertou: “No mundo, tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” e "Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”. É árduo, mas como a esperança da alegria proposta deu a Jesus força para suportar a cruz, a esperança da alegria que nos está proposta nos capacita a sofrer com ele.
           
          “Bem-aventurados sois, quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande é o vosso galardão nos céus” (Mt 5.11,12) Na cruz de Cristo, nossa alegria foi comprada, e hoje sofremos, padecemos, morremos a cada dia para nós mesmos e para o pecado, mas nossa recompensa será nos deleitar em Deus com a mesma alegria que Jesus tem em seu Pai. Um dia, o pecado será definitivamente deixado para trás, o mal será extinto, e não haverá mais lágrimas, tristezas, dores, tentação ou morte. Serviremos eternamente a Cristo, reinaremos com Ele no firmamento de Sua glória, na comunhão dos santos e dos anjos. Que esperança tremenda!

            Que nos gloriemos na cruz de Cristo, tomando nossa cruz, unindo-nos a Cristo na estrada do calvário, que é a estrada da verdadeira alegria, com a certeza que “os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós” (Rm 8.18).
Referências

BEEKE, Joel. Vencendo o Mundo. Editora Fiel
PIPER, John. A Paixão de Cristo. Editora Cultura Cristã


Felipe Augusto Lopes Carvalho
Facebook: https://www.facebook.com/felipeaugusto.lopescarvalho

Amor: Expressão da vida e conhecimento de Deus





“Nas cartas de João lemos isto de forma tão clara: “ E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no seu Filho.  Aquele que tem o Filho tem a vida; … ” (1 João 5:11-12)

“..., e tendo a vida de Deus a expressamos através do amor: “ E o amor é este: que andemos segundo os seus mandamentos. Este mandamento, como ouvistes desde o princípio, é que andeis nesse amor. ” (2 João 6)

“..., e o amor se expressa pela obediência, mas se dissermos que amamos a Deus e não amamos as pessoas, estamos enganando a nós mesmos, como está escrito: “ Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e praticamos os seus mandamentos.” (1 João 5:2).

E outra coisa, só amamos porque ele nos amou primeiro, por isso não podemos dizer que amamos a Deus e ao mesmo tempo odiar o irmão. Se não podemos amar a quem vemos, como amamos a quem não vemos: (1 João 4:19-20). Por isso o entendimento claro que se nascemos de Deus, se temos o Espírito de Deus não vivemos em pecado, ou seja, não andamos de forma contrária à Sua natureza, Seus valores e virtudes, e temos a consciência que o maligno não toca em quem é filho de Deus (1 João 5:18). 

Precisamos aprender a andar pelo que já alcançamos, pelo que já aprendemos. Tendo o conhecimento e compreensão, devemos correr a carreira proposta rumo ao nosso destino, expresssando a vida de Deus em tudo que fazemos. Precisamos entender que tendo o entendimento que algo é desagradável a Deus, nós não fazemos, porque O amamos. Se entendemos que queremos servir, fazer a Sua vontade, então precisamos agir em favor das pessoas, voltar para elas e não ficar olhando para nós, para as nossas necessidades. O que somos, o modelo, a expressão da vida de Deus é fundamental como testemunho para outros. Não existe expressão da vida de Deus enquanto estivermos olhando a nossa necessidade, querendo satisfazer os nossos desejos. Somente expressamos a vida de Deus quando nos oferecemos como sacrifício vivo, quando abrimos mão de nossos desejos e vontade e passamos a olhar a necessidade, deficiência e o que podemos fazer pelos outros.

Por isso quando falamos que queremos servir a Deus está implicito: servir às pessoas, e isto quer dizer, não  fazer acepção, servir algumas e outras não. Mas sim a todas que o nosso Deus coloca diante de nós. Não podemos olhar as deficiências e falhas, mas ser um suporte, ajudá-las, desejar e trabalhar para que cresçam, amadureçam e compreendam a vontade do Pai. Quando assim agimos, então de fato, estamos amando, quando somos capazes de suportá-las, não criticá-las, não condená-las; mas compreender e trabalhar para que sejam edificadas.

Não existe qualquer possibilidade de negarmos em servir as pessoas e ainda afirmarmos que amamos a Deus, pois amar a Deus, serví-lo, implica em amar as pessoas e serví-las. Obedecer os mandamentos tem como objetivo amar as pessoas, se não amamos, não obedecemos, não fazemos a vontade de Deus, não honramos a Deus e não expressamos a Sua vida. Por isso precisamos compreender que tudo faz parte de um todo, não tem como separar as coisas e achar que estamos servindo a Deus.

Precisamos compreender, por exemplo, que o pecado não é só uma questão de não obedecer mandamentos, mas também, não viver por fé, ser omisso no ajudar as pessoas, não nos empenharmos na expressão da vida de Deus que foi em nós derramada. Conhecemos a Deus quando, na nossa jornada de crescimento e amadurecimento, expressamos a vida de Deus sem mais nem menos.

sábado, 15 de março de 2014

Todos nossos atos expressem o amor de Deus ...





“Sendo filhos e tendo recebido a vida de Deus, e que precisamos ser Seus imitadores como filhos amados, e devemos em tudo revelar o Seu amor, como está escrito: “ Todos os vossos atos sejam feitos com amor. ” (1 Co 16:14)

"... e quando falamos do amor de Deus, amor que precede de Deus devemos compreender como Paulo escreveu: “ O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes,  não se ufana, não se ensoberbece,  não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses,  não se exaspera, não se ressente do mal;  não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;  tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (1 Coríntios 13:4-7).

Quando adquirimos este entendimento sobre o amor de Deus e analisamos as nossas atitudes frente às pessoas vemos o amor de Deus refletido em nossas ações? Ou o que podemos observar é a prevalência da natureza e pensamento humano? Quando refletimos sobre nossas ações o que observamos? Egoísmo, orgulho, arrogância, revolta por ter sido traído? Perdemos facilmente a paciência, nos irritamos com facilidade, somos grossos? Nos alegramos com a justiça ou temos nos omitido diante de tanta injustiça, nos calamos e asseguramos somente que o nosso problema esteja resolvido? Esperamos de fato em Deus ou queremos resolver as coisas de nossa maneira, com a nossa politicagem e ajustando os “pauzinhos” para que a nossa vontade seja alcançada? Se não alcançamos, culpamos as pessoas?

São estes aspectos que temos que refletir. Estas atitudes falam de nossa maturidade, onde estamos e o quanto temos sido e nos submetido a Deus para sermos instrumentos para o Seu reino e para louvor da Sua glória. No que temos fixado os nossos olhos? O que temos buscado? Posição, destaque, a nossa primazia? Ou o desejo ardente que a vontade do Senhor se realize entre os homens? Temos de fato feito morrer a natureza humana?  Temos sido modelos para o rebanho na expressão do amor de Deus? Ou temos usado da “igreja” para a busca e alcançar de nossos interesses?

A inversão de valores, o privilegiar o pensamento do mundo dentro da “Igreja” tem nos levado a instituicionalizar o que não é instrumento de homem. Precisamos nos ver como parte do corpo, não como donos do corpo e nem das vidas das pessoas. Existimos e estamos no corpo para a edificação do corpo, para levar cada um a se submeter ao Senhor a ser Seu imitador, a ser instrumento para a Sua glória. Existimos no corpo, como membros deste, para sermos usados para a edificação, o amadurecimento e não para determinar para onde ir, como ir, quem deve ir.

Temos que entender que função não é cargo, e seja função ou cargo, não existem na igreja para atender os nossos desejos e vontade mas para que haja o crescimento e amadurecimento. Precisamos aprender que estamos no corpo, somos do corpo para em tudo expressarmos a vida de Deus, revelarmos em nossos atos o amor de Deus, levando todos à edificação, ao crescimento e a expressão da vontade do Pai.
Amadurecer, crescer, ser a semelhança do Senhor deve ser o que devemos incultir em nossa mente e levar as pessoas a agirem da mesma maneira, para que acha o caminhar, o correr rumo ao destino que Deus tem e preparou para nós e não para que mudemos o foco e nem priorizemos o que não faz parte do reino de Deus.

Que amadureçamos, que haja o crescimento para que todos os nossos atos sejam expressão do amor e da vida de Deus entre todos os irmãos, de maneira que como membro do corpo, compromissados com o Senhor, sejamos expressão de Cristo e assim o mundo O conheça como Senhor e Salvador, conforme Ele orou (João 17) pela unidade e para que entendêssemos o nosso papel neste mundo.